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Worldbuilding para Marcas: Como Entrar nos Mundos que Já Existem (Sem Ser Expulso)
08/maio/2026

Worldbuilding para Marcas: Como Entrar nos Mundos que Já Existem (Sem Ser Expulso)

Se tem uma coisa que o SXSW 2026 deixou cristalino, é que a arrogância corporativa de achar que sua marca é o centro do universo acabou.
Nós passamos as últimas duas décadas tentando construir “comunidades de marca”, forçando pessoas a entrarem nos nossos funis, curtirem nossas fotos e usarem nossas hashtags. Sabe qual é a verdade nua e crua? Ninguém quer morar no mundo da sua marca.
As pessoas já têm os próprios mundos. E o seu trabalho, como profissional de marketing, não é construir um condomínio fechado e tentar atrair moradores. O seu trabalho é descobrir como pedir licença para entrar na festa que já está rolando.

Bem-vindo à era do Worldbuilding – mas não do jeito que você está pensando.

Anteriormente, nós discutimos como o feed público morreu e a atenção migrou para nichos privados. Agora, vamos dar um passo além. Como você, como marca, entra nessas fogueiras? Como você participa dessas micro-comunidades sem parecer aquele vendedor chato que interrompe o jantar?

A resposta veio em um dos painéis mais brilhantes do Eixo 2 do SXSW, liderado por Leandro Barreto, CMO da Unilever, e Ben Kay, Presidente de Estratégia da WPP.
Eles trouxeram uma perspectiva única: o verdadeiro Worldbuilding é sobre mapear os mundos culturais que já existem e entender o que a sua marca pode trazer de útil para eles.

Se você quer parar de queimar dinheiro em campanhas de alcance massivo que não convertem e começar a construir relevância real, sente aí e preste atenção. Este é o playbook definitivo de Worldbuilding para marcas.

Leandro Barreto, CMO global da Unilever, e Ben Kay, presidente de estratégia no WPP (Crédito: Giovana Oréfice)

A Falácia da “Comunidade de Marca”

Vamos começar derrubando um mito. A menos que você seja a Apple, a Harley-Davidson ou o CrossFit, você provavelmente não tem uma “comunidade de marca”. Você tem uma base de clientes, uma lista de e-mails e alguns seguidores no Instagram. Isso não é uma comunidade. Uma comunidade é um grupo de pessoas unidas por um interesse, um propósito ou uma paixão em comum, que interagem entre si independentemente da sua marca.

O erro fatal de 99% das empresas é tentar criar um mundo ao redor do seu produto. Elas criam fóruns que ninguém usa, hashtags que ninguém replica e eventos que só enchem porque tem comida de graça.

A virada de chave do Worldbuilding moderno é a humildade.

“Esses mundos existem sem nós. O trabalho é descobrir: como minha marca importa nesse mundo? Você não entra numa festa sem trazer algo. A marca precisa entender o que ela traz para a comunidade” – Ben Kay no SXSW

O foco não é mais atração. É participação. E para participar, você precisa pagar o pedágio da relevância.

O Caso Dove: O Maior Exemplo de Worldbuilding

Para entender isso na prática, olhemos para a Dove, uma marca da Unilever. A Dove não tentou criar uma “comunidade de pessoas que gostam de sabonete”. Isso seria ridículo. Em vez disso, eles olharam para o mundo e identificaram uma conversa gigantesca, profunda e dolorosa que já estava acontecendo: a pressão estética sobre as mulheres e a exclusão pelos padrões de beleza irreais.

Esse “mundo” já existia. As mulheres já conversavam sobre isso, sofriam com isso e lutavam contra isso. O que a Dove fez? Pediu licença para entrar nessa conversa, não para vender sabonete, mas para trazer valor. Eles trouxeram campanhas pela real beleza, financiaram pesquisas, mudaram a forma como a mídia retrata as mulheres e, recentemente, lideraram o combate aos padrões irreais gerados por inteligência artificial.

O resultado? A Dove não apenas participou do mundo; ela se tornou uma aliada indispensável dentro dele. E, no processo, construiu uma plataforma de negócios avaliada em mais de $7.5 bilhões.

Isso é Worldbuilding. É olhar para fora, encontrar um ecossistema cultural que tenha sinergia com os valores do seu produto, e entrar nele oferecendo mais do que você pede em troca.

O Framework “Poesia e Encanamento”

Identificar o mundo em que você quer entrar é apenas o primeiro passo. A execução é onde a maioria das marcas tropeça. Para resolver isso, Leandro Barreto introduziu um framework operacional brilhante: a metáfora da Poesia e Encanamento.

Para que uma marca consiga sustentar sua presença em um mundo cultural e transformar isso em resultado de negócios, ela precisa dominar essas duas disciplinas simultaneamente.

A Poesia (O Motor do Desejo)

A poesia é a fluência cultural. É a criatividade, a estética, o tom de voz e a conexão emocional. É a capacidade de entender a linguagem da comunidade e falar sem sotaque corporativo.

Se você quer entrar no mundo dos gamers (uma das Fogueiras Digitais mais ativas), sua poesia não pode ser um banner genérico de “compre agora”. Sua poesia precisa ser um patrocínio a um mod de jogo, uma skin exclusiva, um meme que faça sentido dentro da lore daquele universo. A poesia é o que gera o desejo, o que faz a comunidade olhar para a sua marca e dizer: “Eles nos entendem”.

Mas a poesia sozinha não paga as contas. Ela é volátil, difícil de escalar e quase impossível de medir com precisão cirúrgica. É aqui que entra a segunda parte do framework.

O Encanamento (O Motor da Escala)

O encanamento é a infraestrutura. São os sistemas, a tecnologia, os dados, os canais de distribuição e as métricas de performance. O encanamento é o que pega o desejo gerado pela poesia e o transforma em receita repetível.

De nada adianta você criar a campanha mais incrível e culturalmente relevante do ano se o seu site cai quando o tráfego chega, se o seu funil de conversão tem fricção, se o seu CRM não captura o lead ou se você não consegue medir o CAC (Custo de Aquisição de Clientes) e o LTV (Lifetime Value).

O encanamento financia a poesia. É a performance pura, a mídia programática, o SEO técnico, a automação de marketing. Sem o encanamento, a poesia é apenas arte cara. Sem a poesia, o encanamento é apenas um tubo seco por onde não passa água nenhuma.

Como Aplicar o Worldbuilding na Prática (SEO, GEO e AEO)

Agora, vamos trazer isso para a realidade tática. Como o Worldbuilding se conecta com a necessidade urgente de otimização em um mundo dominado por IA?
Aqui está como você aplica o Worldbuilding pensando em SEO (Search Engine Optimization), GEO (Generative Engine Optimization) e AEO (Answer Engine Optimization):

Otimização de Busca e Consenso (AEO/GEO)

Quando você entra em um “mundo” (uma comunidade de nicho), você começa a gerar conversas. As pessoas começam a falar da sua marca em fóruns, no Reddit, em grupos de Discord. Isso é ouro puro para GEO e AEO.

Os Modelos de Linguagem Grande (LLMs) que alimentam o ChatGPT, Perplexity e o Google AI Overviews não buscam apenas palavras-chave em um site oficial. Eles buscam consenso narrativo na web inteira. Se a sua marca entra no mundo dos ciclistas amadores e se torna conhecida por apoiar rotas seguras, os LLMs vão ler as discussões no Reddit, os blogs de nicho e os reviews.

Quando alguém perguntar à IA: “Qual a melhor marca de acessórios para ciclismo que apoia a segurança urbana?”, a IA vai sintetizar esse consenso e recomendar você. O Worldbuilding autêntico gera o boca a boca digital descentralizado que os motores generativos usam como fonte de verdade.

O Fim do Medo de Perder o Controle

O maior obstáculo para o Worldbuilding não é a falta de verba ou de tecnologia. É o ego corporativo. É o medo de perder o controle da narrativa.

Quando você entra no mundo de outra pessoa, você joga pelas regras dela. Você não pode ditar como a comunidade vai usar o seu produto, como vai criar memes sobre ele ou como vai criticá-lo. Você precisa estar disposto a ser vulnerável.

Tentar controlar a mensagem é a maneira mais rápida de ser cancelado ou, pior, ignorado.

Você precisa confiar nos criadores que já habitam aquele mundo. Você precisa parar de editar cada palavra do roteiro do influenciador e deixá-lo traduzir a sua marca para a linguagem da comunidade.

O Diagnóstico: Sua Marca Está Pronta?

Para finalizar, faça um raio-x da sua operação atual. Pegue um papel e responda com honestidade:

  1. Qual é o “mundo” que faz sentido para a sua marca? (Não diga “o mundo das pessoas que querem comprar meu produto”. Pense em cultura, hobby, dor ou paixão).
  2. O que a sua marca traz para a festa? (Qual é o valor real, além do produto em si, que você adiciona a essa comunidade?)
  3. Você tem a Poesia? (Sua comunicação soa autêntica ou parece um press release de 1998?)
  4. Você tem o Encanamento? (Sua infraestrutura de dados, mídia e CRM está pronta para capturar a demanda gerada?)

Se você não tem respostas claras para essas perguntas, você não está fazendo marketing para 2026. Você está jogando dinheiro no lixo em um modelo de alcance massivo que já morreu.

Portanto, a transição do “olhe para mim” para o “deixe-me ajudar você” é o que separa as marcas que sobrevivem daquelas que se tornam aliadas indispensáveis em suas comunidades.

Aqui na On, transformamos as provocações e os frameworks do SXSW 2026 em estratégias de marketing digital que realmente geram resultados mensuráveis e seguros para o seu negócio.
Dessa forma, se você quer entender como implementar o Worldbuilding na sua marca e entrar nos mundos que importam com autoridade, fale com a gente e continue acompanhando nosso blog para liderar o futuro com responsabilidade.

Leia também: Os 7 Pecados Capitais da IA: Como Proteger Sua Marca do Apocalipse Deepfake (e Outros Demônios)

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08/maio/2026

Worldbuilding para Marcas: Como Entrar nos Mundos que Já Existem (Sem Ser Expulso)

Se tem uma coisa que o SXSW 2026 deixou cristalino, é que a arrogância corporativa de achar que sua marca é o centro do universo acabou.
Nós passamos as últimas duas décadas tentando construir “comunidades de marca”, forçando pessoas a entrarem nos nossos funis, curtirem nossas fotos e usarem nossas hashtags. Sabe qual é a verdade nua e crua? Ninguém quer morar no mundo da sua marca.
As pessoas já têm os próprios mundos. E o seu trabalho, como profissional de marketing, não é construir um condomínio fechado e tentar atrair moradores. O seu trabalho é descobrir como pedir licença para entrar na festa que já está rolando.

Bem-vindo à era do Worldbuilding – mas não do jeito que você está pensando.

Anteriormente, nós discutimos como o feed público morreu e a atenção migrou para nichos privados. Agora, vamos dar um passo além. Como você, como marca, entra nessas fogueiras? Como você participa dessas micro-comunidades sem parecer aquele vendedor chato que interrompe o jantar?

A resposta veio em um dos painéis mais brilhantes do Eixo 2 do SXSW, liderado por Leandro Barreto, CMO da Unilever, e Ben Kay, Presidente de Estratégia da WPP.
Eles trouxeram uma perspectiva única: o verdadeiro Worldbuilding é sobre mapear os mundos culturais que já existem e entender o que a sua marca pode trazer de útil para eles.

Se você quer parar de queimar dinheiro em campanhas de alcance massivo que não convertem e começar a construir relevância real, sente aí e preste atenção. Este é o playbook definitivo de Worldbuilding para marcas.

Leandro Barreto, CMO global da Unilever, e Ben Kay, presidente de estratégia no WPP (Crédito: Giovana Oréfice)

A Falácia da “Comunidade de Marca”

Vamos começar derrubando um mito. A menos que você seja a Apple, a Harley-Davidson ou o CrossFit, você provavelmente não tem uma “comunidade de marca”. Você tem uma base de clientes, uma lista de e-mails e alguns seguidores no Instagram. Isso não é uma comunidade. Uma comunidade é um grupo de pessoas unidas por um interesse, um propósito ou uma paixão em comum, que interagem entre si independentemente da sua marca.

O erro fatal de 99% das empresas é tentar criar um mundo ao redor do seu produto. Elas criam fóruns que ninguém usa, hashtags que ninguém replica e eventos que só enchem porque tem comida de graça.

A virada de chave do Worldbuilding moderno é a humildade.

“Esses mundos existem sem nós. O trabalho é descobrir: como minha marca importa nesse mundo? Você não entra numa festa sem trazer algo. A marca precisa entender o que ela traz para a comunidade” – Ben Kay no SXSW

O foco não é mais atração. É participação. E para participar, você precisa pagar o pedágio da relevância.

O Caso Dove: O Maior Exemplo de Worldbuilding

Para entender isso na prática, olhemos para a Dove, uma marca da Unilever. A Dove não tentou criar uma “comunidade de pessoas que gostam de sabonete”. Isso seria ridículo. Em vez disso, eles olharam para o mundo e identificaram uma conversa gigantesca, profunda e dolorosa que já estava acontecendo: a pressão estética sobre as mulheres e a exclusão pelos padrões de beleza irreais.

Esse “mundo” já existia. As mulheres já conversavam sobre isso, sofriam com isso e lutavam contra isso. O que a Dove fez? Pediu licença para entrar nessa conversa, não para vender sabonete, mas para trazer valor. Eles trouxeram campanhas pela real beleza, financiaram pesquisas, mudaram a forma como a mídia retrata as mulheres e, recentemente, lideraram o combate aos padrões irreais gerados por inteligência artificial.

O resultado? A Dove não apenas participou do mundo; ela se tornou uma aliada indispensável dentro dele. E, no processo, construiu uma plataforma de negócios avaliada em mais de $7.5 bilhões.

Isso é Worldbuilding. É olhar para fora, encontrar um ecossistema cultural que tenha sinergia com os valores do seu produto, e entrar nele oferecendo mais do que você pede em troca.

O Framework “Poesia e Encanamento”

Identificar o mundo em que você quer entrar é apenas o primeiro passo. A execução é onde a maioria das marcas tropeça. Para resolver isso, Leandro Barreto introduziu um framework operacional brilhante: a metáfora da Poesia e Encanamento.

Para que uma marca consiga sustentar sua presença em um mundo cultural e transformar isso em resultado de negócios, ela precisa dominar essas duas disciplinas simultaneamente.

A Poesia (O Motor do Desejo)

A poesia é a fluência cultural. É a criatividade, a estética, o tom de voz e a conexão emocional. É a capacidade de entender a linguagem da comunidade e falar sem sotaque corporativo.

Se você quer entrar no mundo dos gamers (uma das Fogueiras Digitais mais ativas), sua poesia não pode ser um banner genérico de “compre agora”. Sua poesia precisa ser um patrocínio a um mod de jogo, uma skin exclusiva, um meme que faça sentido dentro da lore daquele universo. A poesia é o que gera o desejo, o que faz a comunidade olhar para a sua marca e dizer: “Eles nos entendem”.

Mas a poesia sozinha não paga as contas. Ela é volátil, difícil de escalar e quase impossível de medir com precisão cirúrgica. É aqui que entra a segunda parte do framework.

O Encanamento (O Motor da Escala)

O encanamento é a infraestrutura. São os sistemas, a tecnologia, os dados, os canais de distribuição e as métricas de performance. O encanamento é o que pega o desejo gerado pela poesia e o transforma em receita repetível.

De nada adianta você criar a campanha mais incrível e culturalmente relevante do ano se o seu site cai quando o tráfego chega, se o seu funil de conversão tem fricção, se o seu CRM não captura o lead ou se você não consegue medir o CAC (Custo de Aquisição de Clientes) e o LTV (Lifetime Value).

O encanamento financia a poesia. É a performance pura, a mídia programática, o SEO técnico, a automação de marketing. Sem o encanamento, a poesia é apenas arte cara. Sem a poesia, o encanamento é apenas um tubo seco por onde não passa água nenhuma.

Como Aplicar o Worldbuilding na Prática (SEO, GEO e AEO)

Agora, vamos trazer isso para a realidade tática. Como o Worldbuilding se conecta com a necessidade urgente de otimização em um mundo dominado por IA?
Aqui está como você aplica o Worldbuilding pensando em SEO (Search Engine Optimization), GEO (Generative Engine Optimization) e AEO (Answer Engine Optimization):

Otimização de Busca e Consenso (AEO/GEO)

Quando você entra em um “mundo” (uma comunidade de nicho), você começa a gerar conversas. As pessoas começam a falar da sua marca em fóruns, no Reddit, em grupos de Discord. Isso é ouro puro para GEO e AEO.

Os Modelos de Linguagem Grande (LLMs) que alimentam o ChatGPT, Perplexity e o Google AI Overviews não buscam apenas palavras-chave em um site oficial. Eles buscam consenso narrativo na web inteira. Se a sua marca entra no mundo dos ciclistas amadores e se torna conhecida por apoiar rotas seguras, os LLMs vão ler as discussões no Reddit, os blogs de nicho e os reviews.

Quando alguém perguntar à IA: “Qual a melhor marca de acessórios para ciclismo que apoia a segurança urbana?”, a IA vai sintetizar esse consenso e recomendar você. O Worldbuilding autêntico gera o boca a boca digital descentralizado que os motores generativos usam como fonte de verdade.

O Fim do Medo de Perder o Controle

O maior obstáculo para o Worldbuilding não é a falta de verba ou de tecnologia. É o ego corporativo. É o medo de perder o controle da narrativa.

Quando você entra no mundo de outra pessoa, você joga pelas regras dela. Você não pode ditar como a comunidade vai usar o seu produto, como vai criar memes sobre ele ou como vai criticá-lo. Você precisa estar disposto a ser vulnerável.

Tentar controlar a mensagem é a maneira mais rápida de ser cancelado ou, pior, ignorado.

Você precisa confiar nos criadores que já habitam aquele mundo. Você precisa parar de editar cada palavra do roteiro do influenciador e deixá-lo traduzir a sua marca para a linguagem da comunidade.

O Diagnóstico: Sua Marca Está Pronta?

Para finalizar, faça um raio-x da sua operação atual. Pegue um papel e responda com honestidade:

  1. Qual é o “mundo” que faz sentido para a sua marca? (Não diga “o mundo das pessoas que querem comprar meu produto”. Pense em cultura, hobby, dor ou paixão).
  2. O que a sua marca traz para a festa? (Qual é o valor real, além do produto em si, que você adiciona a essa comunidade?)
  3. Você tem a Poesia? (Sua comunicação soa autêntica ou parece um press release de 1998?)
  4. Você tem o Encanamento? (Sua infraestrutura de dados, mídia e CRM está pronta para capturar a demanda gerada?)

Se você não tem respostas claras para essas perguntas, você não está fazendo marketing para 2026. Você está jogando dinheiro no lixo em um modelo de alcance massivo que já morreu.

Portanto, a transição do “olhe para mim” para o “deixe-me ajudar você” é o que separa as marcas que sobrevivem daquelas que se tornam aliadas indispensáveis em suas comunidades.

Aqui na On, transformamos as provocações e os frameworks do SXSW 2026 em estratégias de marketing digital que realmente geram resultados mensuráveis e seguros para o seu negócio.
Dessa forma, se você quer entender como implementar o Worldbuilding na sua marca e entrar nos mundos que importam com autoridade, fale com a gente e continue acompanhando nosso blog para liderar o futuro com responsabilidade.

Leia também: Os 7 Pecados Capitais da IA: Como Proteger Sua Marca do Apocalipse Deepfake (e Outros Demônios)

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